A Bíblia Sagrada
#abibliasagrada
O OCULTO DA "ÚLTIMA CEIA" DE LEONARDO DA VINCI
Slavisa Pesci, um informático italiano, descobriu algo inédito sobre a famosa obra de Leonardo da Vinci “A Última
Ceia”.
Folheando a revista Sky, Pesci notou algo estranho em uma imagem de "A Última Ceia", havia uma estranha sombra no centro, como a de um livro fotocopiado.
Então, ele cortou a foto e dobrou
seguindo os eixos de simetria e percebeu que algumas particularidades estavam mudando.
Intrigado, imprimiu a maior reprodução da obra de Da Vinci em duas cópias, uma normal e uma sobre transparência. E a
surpresa chegou quando virou a cópia transparente e sobre colocando-a sobre a cópia normal, pois novos elementos foram papados, “A Última Ceia”
mudava de cara, dando à luz inéditos.
personagens:
- Um templário à esquerda da mesa, em
o lugar de São Bartolomeo.
- A faca da mão de Pedro é vista sobre um prato de carne do lado oposto da mesa. As montanhas, um simples fundo da pintura, tornam-se coroas sobre as
cabeças de dois protagonistas do jantar.
-A rouba de Jesus parece inteiramente vermelha, desaparece quase completamente o divino celeste e o pouco que resta desta cor desenha, juntamente com o prato da mesa, um cálice.
- Filipe, agora na parte oposta, parece estar segurando um bebê.
Por causa disso, especula-se que a razão pelo qual o Santo Graal nunca foi encontrado é porque não era um Cálice, mas o recém-nascido descendente de Jesus.
Uma história verídica !!!…
🫎🇹🇩 Em 1934, o explorador inglês Ghost Freeman viajou para Fianga, na região de Mayo-Kebbi, no Chade, atraído pelas histórias de um homem com chifres que vivia em uma floresta próxima.
Ganhando a confiança dos moradores, Freeman descobriu NJABIA BâTÉ, um homem isolado por causa de seus chifres, um fenômeno inexplicável que gerou nele medo e respeito.
NJABIA BâTÉ, embora marginalizado, possuía grande sabedoria e conhecimento sobre a natureza e os métodos tradicionais de cura.
Freeman documentou sua descoberta, publicando um artigo que atraiu a atenção da comunidade científica.
Njabia Bâté, conhecido como "o homem com chifres", era um camaronês que se tornou uma celebridade mundial devido a seus chifres proeminentes.
Origem dos chifres:
* Condição médica: Acredita-se que os chifres de Bâté sejam o resultado de uma condição médica chamada ceratose cutânea.
Essa condição causa um crescimento excessivo de queratina, a proteína que forma a pele, cabelo e unhas.
No caso de Bâté, a queratina se formou em chifres rígidos e pontiagudos em sua cabeça.
Fama e vida pessoal:
* Celebridade mundial: Bâté se tornou uma celebridade mundial na década de 1970, quando fotos e histórias sobre seus chifres foram publicadas em jornais e revistas ao redor do mundo.
Ele viajou para diversos países e participou de programas de televisão, onde compartilhava sua história e respondia perguntas sobre seus chifres.
* Vida pessoal:
Bâté se casou e teve filhos.
Ele faleceu em 2012, aos 80 anos de idade.
Impacto cultural:
* Símbolo de força e resiliência: Bâté era visto como um símbolo de força e resiliência por muitas pessoas.
Ele enfrentou muitos desafios em sua vida, mas nunca deixou de ser gentil e positivo.
* Inspiração para artistas: Seus chifres únicos também inspiraram artistas e escritores em todo o mundo.
Legado:
#njabia #bâté foi um #homem único e #fascinante que deixou um #legado duradouro. Ele nos ensinou que a beleza pode ser encontrada em todos os lugares, e que devemos sempre aceitar e celebrar nossas diferenças.