Curso Introdução Prática à
Terapia CognitivoComportamental
Na aula de hoje, exploraremos as diferentes visões e abordagens da Terapia CognitivoComportamental (TCC), comparando-as com outras principais teorias da psicologia. Você
aprenderá sobre a filosofia da TCC, sua visão de mundo, de homem, de doença, de saúde e de
mudança. Estaremos sempre buscando integrar conhecimentos de diversas abordagens para se
tornar um terapeuta mais completo.
by Fernando Dias
Trabalhar de casa é coisa antiga, mas foi só com a pandemia de covid-19 que se criou uma "cultura de home office": de repente, a exceção virou regra e exigir presença no escritório passou a despertar revoltas trabalhistas. Embora o trabalho remoto alivie a vida de quem gasta horas se transportando e possibilite a desconcentração de setores produtivos antes muito restritos a um ou dois centros, ele também afeta diretamente a saúde mental e a vida nas cidades. O saldo é positivo ou negativo?
Este é o Debate de Bolso, podcast em que Adriano Brandão e Danilo Silvestre conversam, todas as quintas, sobre temas que saem do bolso e cabem no bolso.
Jacinto, Simão, Martinho, Rafael, filhos de Francisco Lucas Pires
#debates
Podemos olhar para os aspectos mentais da juventude angolana a partir de vários ângulos. Vou lançar alguns pontos para abrir o debate, e depois podemos aprofundar onde fizer mais sentido.
1. Pressão social e económica
Muitos jovens angolanos crescem com:
Alta expectativa familiar (sustentar a família cedo)
Desemprego e subemprego
Comparação constante nas redes sociais
👉 Isso gera ansiedade, frustração e sentimento de fracasso, mesmo em jovens talentosos.
2. Identidade e autoestima
A juventude vive um conflito entre:
Tradição vs. modernidade
Cultura local vs. padrões estrangeiros
Consequências comuns:
Dúvidas sobre identidade
Baixa autoestima
Necessidade de validação externa
3. Saúde mental ainda é tabu
Apesar de avanços, ainda existe:
Medo de falar sobre depressão e ansiedade
Ideia de que “problemas mentais é falta de fé ou fraqueza”
Pouco acesso a psicólogos e apoio especializado
👉 Muitos jovens sofrem em silêncio.
4. Redes sociais: inspiração ou pressão?
Pontos positivos:
Acesso à informação
Oportunidades de negócio
Expressão criativa
Pontos negativos:
Vida “perfeita” ilusória
Vício digital
Comparação constante
Isso afeta diretamente a saúde emocional.
5. Resiliência e criatividade
Apesar dos desafios, a juventude angolana é:
Criativa
Empreendedora
Culturalmente rica
A música, moda, humor e tecnologia são formas de escape e resistência mental.
6. Falta de orientação e modelos positivos
Muitos jovens:
Não têm mentores
Não recebem orientação vocacional
Sentem-se perdidos quanto ao futuro
👉 Isso gera confusão mental e decisões impulsivas.
Para avançar o debate:
Podemos discutir:
📌 Educação emocional nas escolas
📌 O papel da família
📌 Influência da fé e espiritualidade
📌 Como plataformas académicas (como a Universia) podem apoiar a saúde mental
📌 Soluções práticas e realistas para Angola
👉 Qual destes pontos você gostaria de aprofundar primeiro?
Há mais de dois mil anos pisava na terra um homem que mudaria para sempre a história do nosso mundo.
Nasceu de forma natural e de uma jovem mãe, como era o costume da época.
Essa criança cresceu, se desenvolveu, e aos moldes do judaísmo seguiu sua religião.
Não temos registros de sua adolescência, apareceu ao mundo já adulto.
Dono de uma espiritualidade da qual não tinha do que se envergonhar, foi chamado de mestre, mas não se tem detalhes sobre onde estudou, como, e qual era a sua vertente teológica.
Muitos o associaram aos essênios pelas suas características, porém não passam apenas de especulações.
Trouxe ao mundo a sua forma autêntica de interpretar a palavra de Deus.
Falava por parábolas, depois as explicava, reforçando o uso da didática sempre com o propósito de levar as pessoas ao entendimento.
Formou discípulos, e á eles também ensinou a formar discípulos.
Trouxe uma nova visão que contestava com a visão da maioria (maioria essa preocupada em manter a aparência de santidade), os fazendo refletir, mostrando que deveriam se preocupar com o interior, com aquilo que as pessoas não viam, e sim Deus.
Nos deu lições sobre como ajudar as pessoas, e principalmente sobre o amor.
Trouxe um novo mandamento e o colocou como o principal ao lado de amar a Deus em primeiro lugar (Mateus 22 :37-39 e Marcos 12:30-31), adicionou amar ao próximo como a nós mesmos.
Esse ser humano veio e cumpriu os mandamentos (não os aboliu), cumpriu as profecias, escondeu enquanto pode a sua identidade, mas o histórico de suas passagens, os dons, os milagres e as maravilhas o denunciava: “definitivamente ele era o Messias, o filho de Deus”.
Multidões o seguia, o comprimia, traziam seus doentes, seus enfermos e os que tinham fome e sede.
Fez de um povo uma comunidade, “sua comunidade”, instruiu-os, exortou-os, e no fim todos acabaram por carregar o seu “sobrenome”.
Foi desse mundo mas deixou um povo sedento, que por dois mil anos guardou seus ensinos e mandamentos.
Essa comunidade chamada igreja perpetuou-se e contrariando as expectativas enfrentou impérios, exércitos e permaneceu vitoriosa, permaneceu triunfante.
Assim como em sua fundação se manteve influente, instruindo seus fiéis no crescimento espiritual, e na ajuda aos necessitados.
Cobriu brechas sociais, brechas essas de responsabilidade governamental, mostrando toda sua influência não apenas congregacional, mas na sociedade como um todo.