🫎🇹🇩 Em 1934, o explorador inglês Ghost Freeman viajou para Fianga, na região de Mayo-Kebbi, no Chade, atraído pelas histórias de um homem com chifres que vivia em uma floresta próxima.
Ganhando a confiança dos moradores, Freeman descobriu NJABIA BâTÉ, um homem isolado por causa de seus chifres, um fenômeno inexplicável que gerou nele medo e respeito.
NJABIA BâTÉ, embora marginalizado, possuía grande sabedoria e conhecimento sobre a natureza e os métodos tradicionais de cura.
Freeman documentou sua descoberta, publicando um artigo que atraiu a atenção da comunidade científica.
Njabia Bâté, conhecido como "o homem com chifres", era um camaronês que se tornou uma celebridade mundial devido a seus chifres proeminentes.
Origem dos chifres:
* Condição médica: Acredita-se que os chifres de Bâté sejam o resultado de uma condição médica chamada ceratose cutânea.
Essa condição causa um crescimento excessivo de queratina, a proteína que forma a pele, cabelo e unhas.
No caso de Bâté, a queratina se formou em chifres rígidos e pontiagudos em sua cabeça.
Fama e vida pessoal:
* Celebridade mundial: Bâté se tornou uma celebridade mundial na década de 1970, quando fotos e histórias sobre seus chifres foram publicadas em jornais e revistas ao redor do mundo.
Ele viajou para diversos países e participou de programas de televisão, onde compartilhava sua história e respondia perguntas sobre seus chifres.
* Vida pessoal:
Bâté se casou e teve filhos.
Ele faleceu em 2012, aos 80 anos de idade.
Impacto cultural:
* Símbolo de força e resiliência: Bâté era visto como um símbolo de força e resiliência por muitas pessoas.
Ele enfrentou muitos desafios em sua vida, mas nunca deixou de ser gentil e positivo.
* Inspiração para artistas: Seus chifres únicos também inspiraram artistas e escritores em todo o mundo.
Legado:
#njabia #bâté foi um #homem único e #fascinante que deixou um #legado duradouro. Ele nos ensinou que a beleza pode ser encontrada em todos os lugares, e que devemos sempre aceitar e celebrar nossas diferenças.
O VITIMISMO NARCÍSICO, QUANDO A DOR VIRA IDENTIDADE E A MORAL VIRA ESPETÁCULO
O discurso vitimista em torno do narcisismo não é ruptura do ciclo. É a sua continuação em outra fantasia. Sai o narcisista “maligno”, entra a vítima “iluminada”. A estrutura psíquica permanece intacta. O palco muda, o ego continua no centro.
A maioria não quer entender a dinâmica. Quer preservar a autoimagem depois do colapso. Quando o vínculo quebra, o que dói não é apenas a violência psicológica; dói o descarte, a perda do lugar especial, a humilhação silenciosa de perceber que o investimento foi assimétrico. Em vez de integrar isso, a pessoa busca um vilão absoluto para não tocar na própria participação. A dor vira certificado moral. O sofrimento vira capital simbólico. A ferida vira bandeira.
Grupos de apoio, vídeos, rótulos repetidos, narrativas recicladas. Não para elaborar, mas para manter vivo o enredo. A pergunta nunca é “como entrei nisso?”, mas “como provo que fui enganado?”. A psique escolhe a rota que dói menos: terceiriza a culpa, moraliza o ressentimento e chama isso de cura. Não é. É reorganização do ego ferido sem autocrítica.
Há uma verdade incômoda que esses discursos evitam: todos operam o narcisismo em algum momento. Todos querem ser vistos, escolhidos, poupados do confronto. O narcisista assumido não cria o jogo sozinho; ele encontra terreno. Idealização, carência, fantasia, expectativa de exceção. Quando o espelho quebra, a vítima não suporta reconhecer que também quis o reflexo. Então transforma o outro em monstro e a si mesma em santa. Isso não é ética. É defesa.
A caça às bruxas nasce daí. Nomear o mal externo dá coesão interna. O grupo vira espelho substituto. A identidade passa a ser “quem sofreu”. Questionar isso vira ataque. Discordar vira cumplicidade com o agressor. A moral endurece porque o ego está frágil. O pensamento se empobrece porque a narrativa precisa se proteger. O sofrimento vira prisão confortável.
A psicologia sombria não compra esse teatro. Ela não absolve predadores, mas também não infantiliza vítimas. Ela expõe a simbiose. Mostra que o abuso prospera onde há negação da própria sombra. Que a idealização é o combustível da queda. Que a necessidade de validação cria dependência. E que a recusa em assumir responsabilidade emocional perpetua o ciclo.
Não se trata de negar dor. Trata-se de parar de fazer da dor uma identidade. Crescer não é repetir a história até ganhar aplauso. Crescer é suportar a pergunta que desmonta o ego: onde eu participei, o que eu projetei, por que precisei tanto desse vínculo para me sentir alguém? Sem isso, não há integração. Só há troca de máscaras.
O vitimismo persiste porque oferece pertencimento, sentido e status. Ele anestesia o vazio sem resolvê-lo. Mas cobra um preço alto: estagnação. Quem vive disso não quer superar; quer confirmar a narrativa. Quer aplauso, não consciência. Quer justiça simbólica, não transformação.
A sombra não some quando você aponta o dedo. Ela volta quando você se recusa a olhar. E enquanto a dor for usada como moeda moral, o narcisismo continuará operando, só que agora com discurso terapêutico, likes e sensação de virtude.
Isso não é cura. É continuação sofisticada do mesmo jogo. E sair dele exige algo que quase ninguém quer pagar: abrir mão do papel, integrar a própria sombra e reconstruir o eixo interno sem plateia.
Há mais de dois mil anos pisava na terra um homem que mudaria para sempre a história do nosso mundo.
Nasceu de forma natural e de uma jovem mãe, como era o costume da época.
Essa criança cresceu, se desenvolveu, e aos moldes do judaísmo seguiu sua religião.
Não temos registros de sua adolescência, apareceu ao mundo já adulto.
Dono de uma espiritualidade da qual não tinha do que se envergonhar, foi chamado de mestre, mas não se tem detalhes sobre onde estudou, como, e qual era a sua vertente teológica.
Muitos o associaram aos essênios pelas suas características, porém não passam apenas de especulações.
Trouxe ao mundo a sua forma autêntica de interpretar a palavra de Deus.
Falava por parábolas, depois as explicava, reforçando o uso da didática sempre com o propósito de levar as pessoas ao entendimento.
Formou discípulos, e á eles também ensinou a formar discípulos.
Trouxe uma nova visão que contestava com a visão da maioria (maioria essa preocupada em manter a aparência de santidade), os fazendo refletir, mostrando que deveriam se preocupar com o interior, com aquilo que as pessoas não viam, e sim Deus.
Nos deu lições sobre como ajudar as pessoas, e principalmente sobre o amor.
Trouxe um novo mandamento e o colocou como o principal ao lado de amar a Deus em primeiro lugar (Mateus 22 :37-39 e Marcos 12:30-31), adicionou amar ao próximo como a nós mesmos.
Esse ser humano veio e cumpriu os mandamentos (não os aboliu), cumpriu as profecias, escondeu enquanto pode a sua identidade, mas o histórico de suas passagens, os dons, os milagres e as maravilhas o denunciava: “definitivamente ele era o Messias, o filho de Deus”.
Multidões o seguia, o comprimia, traziam seus doentes, seus enfermos e os que tinham fome e sede.
Fez de um povo uma comunidade, “sua comunidade”, instruiu-os, exortou-os, e no fim todos acabaram por carregar o seu “sobrenome”.
Foi desse mundo mas deixou um povo sedento, que por dois mil anos guardou seus ensinos e mandamentos.
Essa comunidade chamada igreja perpetuou-se e contrariando as expectativas enfrentou impérios, exércitos e permaneceu vitoriosa, permaneceu triunfante.
Assim como em sua fundação se manteve influente, instruindo seus fiéis no crescimento espiritual, e na ajuda aos necessitados.
Cobriu brechas sociais, brechas essas de responsabilidade governamental, mostrando toda sua influência não apenas congregacional, mas na sociedade como um todo.
Joaquim Da Costa
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A BIBLIA
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